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Até 2016, a maioria dos novos investimentos de TI será com cloud computing

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Cloud computing é um assunto cada vez mais presente no dia a dia de empresas em todo o mundo. A cada ano cresce a adoção deste moderno e eficiente modelo de armazenamento, tanto que, de acordo com o Gartner, até 2016 os maiores investimentos das empresas em Tecnologia da Informação serão feitos em computação na nuvem. Mais de metade das grandes empresas no mundo deverão adotar o modelo de nuvem híbrida, ou seja, uma mescla da privada (datacenter próprio) com a pública (datacenter terceirizado) até 2017.

Brasil na vanguarda

A cultura do armazenamento interno aliada à complexidade da legislação ainda gera algum ceticismo em relação à computação na nuvem nas empresas brasileiras. No entanto, a consultoria IDC afirma que o crescimento do mercado de serviços de nuvem na América Latina será um dos mais elevados em todos os setores de tecnologia, avançando cerca de 67% até o final de 2014, quando deve atingir 1 bilhão de dólares em investimentos. E o Brasil está na vanguarda deste movimento no continente.

Em 2013, o Gartner já havia mostrado os avanços do Brasil em adoção de cloud computing. Até 2017 o país deve movimentar investimentos em torno de 4,5 bilhões de dólares.

Se considerarmos a avaliação de alguns especialistas que afirmam que o Brasil tem um gap de 3 anos em relação à adoção de novas tecnologias, podemos concluir que as empresas brasileiras estão antenadas com as tendências tecnológicas e veem no cloud computing vantagens para melhorar seus desempenhos de processamento, atualizações e manutenção de sistemas, segurança da informação e reduzir custos com infraestrutura e suporte.

Soluções robustas, como os softwares integrados de gestão empresarial (ERPs), exigem uma infraestrutura de TI complexa, com bancos de dados poderosos, equipamentos de última geração e pessoal especializado para gerir e manter tudo em perfeito funcionamento. É nisso que os CEOs estão pensando quando adotam a computação na nuvem. A praticidade dos upgrades e a flexibilidade de adicionar ou remover usuários sem parar o funcionamento do ERP (consequentemente, sem atrapalhar a operação) estão entre estas vantagens.

Significa dizer que se as previsões do Gartner e da IDC, tanto a nível mundial quanto para o Brasil, se concretizarem, teremos em pouco tempo um número bem maior de empresas tirando máximo proveito das possibilidades que a tecnologia da informação pode lhes oferecer. Essas empresas serão mais competitivas e estarão menos vulneráveis diante de um mercado que está cada vez mais globalizado e complexo.

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