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Descubra como a contabilidade pode ser um diferencial estratégico para sua empresa

por Grupo Meta • 24/07/2015 • 14:04

O acesso aos números e às previsões precisas, impulsionam o gerente financeiro a ir além do controle comum da empresa e das obrigações fiscais.

Um gestor bem informado utiliza esses dados a seu favor, identificando pontos fortes e fracos e os fatores de riscos, determinando através desses, quais as atitudes pode tomar para otimizar os processos e sair na frente da concorrência.

Você sente que a empresa pela qual você é responsável necessita de auxílio com planejamento, orçamentos, folhas de pagamento e questões fiscais do seu negócio para aperfeiçoar sua contabilidade? Te falta tempo ou conhecimento para cuidar dessas questões? Continue a leitura e saiba porque você precisa de um contador na sua corporação.

 

O que é a contabilidade

A contabilidade é a principal ferramenta para tomadas de decisão em uma empresa. Esse setor é responsável pelo estudo das questões econômicas de uma instituição, gerando relatórios repletos de dados pertinentes, sendo úteis tanto para a corporação, quanto para o mercado em que ela está inserida.

 

A análise de relatórios financeiros

Dentro das análises feitas pela contabilidade, estão os gastos de uma empresa. A partir da leitura destas análises, é possível saber onde é preciso cortar custos, entre outras cautelas a serem tomadas. Se a interpretação desse tipo de documento estiver além do entendimento do gestor, não é preciso se preocupar, o contador estará ali para auxiliar em todos os quesitos, visando compreender exatamente o que está acontecendo dentro da empresa.

Esses relatórios, no entanto, são úteis para além das decisões internas. Se for necessário pedir um empréstimo ao Banco, por exemplo, esse registro será uma das primeiras solicitações. Afinal, é por meio desse documento que a instituição financeira irá analisar quais são as condições atuais da corporação, visando a futura quitação das dívidas.

 

O auxílio na tomada de decisões

Depois da devida análise dos relatórios, é hora de tomar as decisões mais coerentes e eficazes na empresa. Para estar a par da situação financeira da instituição, ou seja, estar ciente dos prejuízos até os lucros, é imprescindível que se tenha os relatórios em mãos. Sem eles, é alto o risco de botar tudo a perder frente a um investimento ou, tomar decisões completamente errôneas ao tentar alguma solução financeira. Por isso, é extremamente necessário que uma empresa possua dados atualizados e reais.

Além de tudo, o contador se trata também de um especialista em questões financeiras, onde traz informações relevantes para aconselhar da melhor forma, nas tomadas de decisão. Afinal, é sempre prudente ter uma segunda opinião, principalmente quando vem de um expert no assunto.

Dessa forma, é possível compreender que a contabilidade não só gera relatórios pertinentes e os interpreta forma correta, como aconselha conforme as regras para cada situação fiscal e tributária de uma empresa.

 

A garantia de estar dentro da lei

É relativamente comum que empregadores cometam erros na folha de pagamento e, isso acontece justamente por falta de instrução. Além disso, o processo pode ser ainda mais complexo, já que, se a instituição for pública, ela provavelmente terá de publicar os seus balanços. Empresas privadas também tem como parte da rotina burocrática, prestar balanços patrimoniais e revisões das demonstrações financeiras.

Nada mais tranquilizante para um gestor que quer ficar dentro da lei, do que saber que seu negócio está livre de fraudes involuntárias, aquelas que podem passar despercebidas entre profissionais inexperientes. Contando com as melhores contabilidades, porém, é possível revisar e descobrir judicialmente, eventuais problemas financeiros do negócio e resolvê-los logo em sequência.

 

 

O profissional de contabilidade está cada vez mais valorizado no mercado, já que é alguém que constantemente estuda e se atualiza sobre novas regras. Por isso, no geral, é muito mais conveniente investir na terceirização da parte contábil, podendo contar com equipes especializadas para atender as demandas específicas de cada negócio.

A Meta Organização Contábil, está há 29 anos atendendo os mais variados segmentos do mercado. Aqui as equipes recebem frequente capacitação, tornando-se capazes de identificar problemas e resolvê-los com a mesma rapidez, conseguindo também instruir os gestores responsáveis das empresas.

Se seu interesse for ler mais conteúdos e ficar por dentro de tudo o que acontece no universo contábil, acompanhe nossos conteúdos através do nosso blog.

Ainda tem dúvidas? Entre em contato preenchendo o formulário abaixo, para relatar as necessidades dos seu negócio. Assim, poderemos selecionar os melhores profissionais da área para te atender.

 

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A Receita Federal divulgou a Instrução Normativa nº 1.969, de 28 de julho de 2020, que trouxe regras sobre o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF), com vigência a partir de 1º de agosto de 2020. O documento traz novas disposições sobre o imposto e revoga diversas Instruções Normativas, em especial, a Instrução Normativa RFB nº 907/2009, que tratam deste assunto.

 

A Instrução Normativa RFB nº 1.969/2020 está assim, distribuída:

O IOF incide, no período compreendido entre a data da ocorrência do fato gerador e a data do vencimento de cada parcela de crédito alienado à empresa de factoring, no caso de mutuário. A Pessoa Jurídica optante pelo Simples Nacional, em que o valor seja igual ou inferior a R$ 30 mil, à alíquota de 0,00137% ao dia, acrescida da alíquota adicional de 0,38%, nos termos do § 15 do art. 7º do Decreto nº 6.306, de 2007. Entre 03/04 a 02/10/2020, as alíquotas ficaram reduzidas a zero.

 

Segue algumas definições:

 

IOF/Crédito

O IOF incidente sobre operações de crédito será calculado em função do prazo pelo qual o recurso permaneceu à disposição do tomador. No caso de operações de crédito pagas em prestações, a base de cálculo do IOF será apurada de acordo com o sistema de amortização pactuado entre as partes, desde que mencionado expressamente no respectivo contrato. E, nos casos em que o contrato for omisso, quanto a este último, a base de cálculo do IOF será apurada pelo regime de amortização progressiva.


Já para as operações de crédito em que os recursos são liberados em parcelas, para pagamento também parcelado, o IOF deverá ser calculado considerando-se que os valores de principal das primeiras prestações amortizam os valores de principal das primeiras liberações.


Referida IN dispõe, também, do Imposto Complementar tratado no Decreto nº 6.306/2007.


IOF/Factoring

O IOF incide, no período compreendido entre a data da ocorrência do fato gerador e a data do vencimento de cada parcela do direito creditório alienado à empresa de factoring, no caso de mutuário pessoa jurídica, à alíquota de 0,0041% ao dia, acrescida da alíquota adicional de 0,38%, dentre outros mutuários que especifica, ficando reduzidas a zero no período compreendido entre 03.04.2020 e 02.10.2020.

 

IOF/Mútuo

No caso das operações de crédito concedido por pessoas jurídicas não financeiras, o IOF incide somente sobre as operações de mútuo que têm por objeto recursos em dinheiro, disponibilizados sob qualquer forma.

 

IOF/Câmbio

Nas operações de câmbio realizadas para pagamento, a arrendadora domiciliada no exterior, de contraprestação devida em decorrência de contrato de arrendamento mercantil que tem por objeto bem importado, a parcela do valor da contraprestação que corresponder à amortização do preço original do bem é isenta do IOF, sendo que tal isenção não se aplica ao restante do valor da contraprestação paga, correspondente aos encargos, qualquer que seja sua natureza.

 

IOF/Seguro

As instituições financeiras encarregadas da cobrança do prêmio de seguro são responsáveis pela cobrança do IOF.

 

IOF/Títulos ou Valores Mobiliários

Para efeito de incidência do IOF, são considerados títulos ou valores mobiliários:

a) os valores mobiliários a que se refere a Lei nº 6.385/1976;

b) o certificado de depósito a prazo de reaplicação automática;

c) a operação compromissada com lastro em título de renda fixa;

d) o commercial paper; e

e) a export note.

Mencionado imposto:

(a) não incide sobre: depósito em caderneta de poupança e depósito judicial; transferência de dívidas; empréstimo de títulos ou valores mobiliários por entidades de compensação e liquidação de operações com valores mobiliários;

(b) incide nas operações cujo adquirente do título ou valor mobiliário seja: entidade fechada de previdência complementar; investidor estrangeiro, inclusive no caso de investimentos disciplinados por normas do Conselho Monetário Nacional (CMN);

(c) incide à alíquota de 0% caso se trate de operações de mercado de renda variável, inclusive swap e contratos de futuros agropecuários.

 

IOF/Derivativos

A Instrução Normativa reduz a 0% (zero) a alíquota do IOF incidente sobre as operações com derivativos a que se refere dispositivo mencionado da Lei nº 8.894/1994.

Acesse a integra da Instrução Normativa.

 

Fonte: Sebrae

 

A Receita Federal divulgou a Instrução Normativa nº 1.969, de 28 de julho de 2020, que trouxe regras sobre o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF), com vigência a partir de 1º de agosto de 2020. O documento traz novas disposições sobre o imposto e revoga diversas Instruções Normativas, em especial, a Instrução Normativa RFB nº 907/2009, que tratam deste assunto.

 

A Instrução Normativa RFB nº 1.969/2020 está assim, distribuída:

O IOF incide, no período compreendido entre a data da ocorrência do fato gerador e a data do vencimento de cada parcela de crédito alienado à empresa de factoring, no caso de mutuário. A Pessoa Jurídica optante pelo Simples Nacional, em que o valor seja igual ou inferior a R$ 30 mil, à alíquota de 0,00137% ao dia, acrescida da alíquota adicional de 0,38%, nos termos do § 15 do art. 7º do Decreto nº 6.306, de 2007. Entre 03/04 a 02/10/2020, as alíquotas ficaram reduzidas a zero.

 

Segue algumas definições:

 

IOF/Crédito

O IOF incidente sobre operações de crédito será calculado em função do prazo pelo qual o recurso permaneceu à disposição do tomador. No caso de operações de crédito pagas em prestações, a base de cálculo do IOF será apurada de acordo com o sistema de amortização pactuado entre as partes, desde que mencionado expressamente no respectivo contrato. E, nos casos em que o contrato for omisso, quanto a este último, a base de cálculo do IOF será apurada pelo regime de amortização progressiva.


Já para as operações de crédito em que os recursos são liberados em parcelas, para pagamento também parcelado, o IOF deverá ser calculado considerando-se que os valores de principal das primeiras prestações amortizam os valores de principal das primeiras liberações.


Referida IN dispõe, também, do Imposto Complementar tratado no Decreto nº 6.306/2007.


IOF/Factoring

O IOF incide, no período compreendido entre a data da ocorrência do fato gerador e a data do vencimento de cada parcela do direito creditório alienado à empresa de factoring, no caso de mutuário pessoa jurídica, à alíquota de 0,0041% ao dia, acrescida da alíquota adicional de 0,38%, dentre outros mutuários que especifica, ficando reduzidas a zero no período compreendido entre 03.04.2020 e 02.10.2020.

 

IOF/Mútuo

No caso das operações de crédito concedido por pessoas jurídicas não financeiras, o IOF incide somente sobre as operações de mútuo que têm por objeto recursos em dinheiro, disponibilizados sob qualquer forma.

 

IOF/Câmbio

Nas operações de câmbio realizadas para pagamento, a arrendadora domiciliada no exterior, de contraprestação devida em decorrência de contrato de arrendamento mercantil que tem por objeto bem importado, a parcela do valor da contraprestação que corresponder à amortização do preço original do bem é isenta do IOF, sendo que tal isenção não se aplica ao restante do valor da contraprestação paga, correspondente aos encargos, qualquer que seja sua natureza.

 

IOF/Seguro

As instituições financeiras encarregadas da cobrança do prêmio de seguro são responsáveis pela cobrança do IOF.

 

IOF/Títulos ou Valores Mobiliários

Para efeito de incidência do IOF, são considerados títulos ou valores mobiliários:

a) os valores mobiliários a que se refere a Lei nº 6.385/1976;

b) o certificado de depósito a prazo de reaplicação automática;

c) a operação compromissada com lastro em título de renda fixa;

d) o commercial paper; e

e) a export note.

Mencionado imposto:

(a) não incide sobre: depósito em caderneta de poupança e depósito judicial; transferência de dívidas; empréstimo de títulos ou valores mobiliários por entidades de compensação e liquidação de operações com valores mobiliários;

(b) incide nas operações cujo adquirente do título ou valor mobiliário seja: entidade fechada de previdência complementar; investidor estrangeiro, inclusive no caso de investimentos disciplinados por normas do Conselho Monetário Nacional (CMN);

(c) incide à alíquota de 0% caso se trate de operações de mercado de renda variável, inclusive swap e contratos de futuros agropecuários.

 

IOF/Derivativos

A Instrução Normativa reduz a 0% (zero) a alíquota do IOF incidente sobre as operações com derivativos a que se refere dispositivo mencionado da Lei nº 8.894/1994.

Acesse a integra da Instrução Normativa.

 

Fonte: Sebrae