Gestão de custos: os 5 erros comuns que sua empresa deve evitar! | Blog

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Gestão de custos: os 5 erros comuns que sua empresa deve evitar!

por Grupo Meta • 19/08/2016 • 15:45

Gestão de custos: os 5 erros comuns que sua empresa deve evitar!Conseguir fazer uma gestão de custos eficaz permite que a empresa se torne mais competitiva no mercado, além de proporcionar uma lucratividade maior. Porém, para conseguir isso é preciso cuidar de alguns aspectos que fazem toda diferença nos resultados.

Listamos aqui 5 erros comuns que sua empresa deve evitar para fazer uma melhor gestão de custos. Confira!

Não controlar o estoque adequadamente e desconhecer seu valor

O estoque de uma empresa é formado a partir do investimento do capital de giro disponível. Quando ele é mal empregado, os riscos de lidar com excessos, avarias, perdas e desperdícios são muito grandes e isso impacta diretamente nos custos da operação, tornando-os ainda maiores.

Além disso, conhecer os custos relacionados ao estoque (armazenagem, custo do produto, mão de obra, entre outros) é fundamental para que se consiga fazer a precificação adequada.

Não fazer a precificação correta

A precificação é um ponto muito importante na gestão de custos. Quando o produto é vendido por um preço abaixo do ideal, além de comprometer a margem de lucro, corre-se o risco de que o valor obtido não seja necessário para cobrir os gastos, gerando prejuízos.

Ao mesmo tempo, para definir o melhor preço todos os custos devem ser identificados e atribuídos a essa variável.

Não saber se a empresa está operando com lucro ou prejuízo

O fluxo de caixa é uma forma de controlar todas as entradas e saídas de dinheiro na empresa. O resultado da análise dessa atividade aponta se a empresa está operando com lucro ou prejuízo. Desconhecer essa informação, em muitos casos, quer dizer que não se sabe ao certo quais são os custos totais da empresa e que eles não estão sendo devidamente identificados e controlados.

Essa falta de controle pode fazer com que os custos sejam maiores do que o necessário, o que faz com que o negócio perca dinheiro e o gestor não consiga identificar esse prejuízo, pois não tem as informações adequadas para realizar essa análise e apontar quais pontos precisam de melhorias.

Não automatizar os processos

A execução de atividades manuais aumenta o risco de erros, necessidades de retrabalho, reduz a agilidade dos processos e o índice de produtividade. Tudo isso faz com que os custos sejam mais elevados do que o ideal, comprometendo a eficácia da gestão.

Para solucionar esse problema, o investimento em um software de gestão é uma boa alternativa. Além de corrigir essa falha, ele proporciona diversos benefícios, que vão desde a melhoria nos métodos de trabalho, até a redução de custos e suporte ao processo de tomada de decisão — contribuindo para que melhores resultados sejam alcançados.

Desconhecer todos os custos

Por fim, um dos erros mais graves que se pode cometer na gestão de custos é não identificar quais são eles e como eles afetam a gestão e  os lucros da empresa. Portanto, o ideal é verificar tudo que gera gastos e compromete os resultados.

Isso inclui conhecer alguns “custos invisíveis”, que prejudicam o alcance das metas e que muitas vezes não são acompanhados. Os exemplos mais comuns são os custos de perdas na produtividade e desperdícios.

Como vimos, a gestão de custos é muito importante para alcançar resultados aprimorados e ajudar no sucesso de um negócio. É possível contar com empresas que ajudam nessa gestão, como o Grupo Meta, que tem um grande portfólio de serviços, incluindo a organização contábil e desenvolvimento de softwares para gestão empresarial.

Agora que você já sabe como fazer a gestão de custos da sua empresa, aproveite para assinar nossa newsletter e ficar por dentro de outros conteúdos que postamos aqui no blog!

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A MP nº 936/2020 foi publicada em 1º de abril de 2020, trazendo medidas para combate ao desemprego diante do atual cenário da pandemia.

Uma das principais medidas está relacionada com os acordos realizados com os empregados para a redução de jornada e salário, bem como a suspensão do contrato de trabalho.

Essa MP foi publicada com prazo de validade de 60 dias, ocorre que em 1º de junho houve a expiração deste prazo.

Com isso, o Congresso Nacional prorrogou a sua vigência por mais 60 dias.

Entretanto, importante destacar que esta prorrogação não autoriza as empresas a realizarem um novo acordo de suspensão do contrato de trabalho por mais 60 dias, caso a empresa já tenha optado por esta opção anteriormente.

Essa prorrogação da vigência dá a oportunidade das empresas que ainda não realizaram a suspensão do contrato ou a redução de jornada, de aderirem a essas medidas do Governo.

Agora, se a empresa já realizou a suspensão do contrato de trabalho por 60 dias, ela ainda poderá realizar um novo acordo para a redução da jornada e salário pelo prazo de 30 dias, pois não poderá haver acordos superiores a 90 dias.

 

Fonte: Jornal Contábil

A MP nº 936/2020 foi publicada em 1º de abril de 2020, trazendo medidas para combate ao desemprego diante do atual cenário da pandemia.

Uma das principais medidas está relacionada com os acordos realizados com os empregados para a redução de jornada e salário, bem como a suspensão do contrato de trabalho.

Essa MP foi publicada com prazo de validade de 60 dias, ocorre que em 1º de junho houve a expiração deste prazo.

Com isso, o Congresso Nacional prorrogou a sua vigência por mais 60 dias.

Entretanto, importante destacar que esta prorrogação não autoriza as empresas a realizarem um novo acordo de suspensão do contrato de trabalho por mais 60 dias, caso a empresa já tenha optado por esta opção anteriormente.

Essa prorrogação da vigência dá a oportunidade das empresas que ainda não realizaram a suspensão do contrato ou a redução de jornada, de aderirem a essas medidas do Governo.

Agora, se a empresa já realizou a suspensão do contrato de trabalho por 60 dias, ela ainda poderá realizar um novo acordo para a redução da jornada e salário pelo prazo de 30 dias, pois não poderá haver acordos superiores a 90 dias.

 

Fonte: Jornal Contábil