Investidor: pague menos Imposto de Renda na venda de ações | Blog

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Investidor: pague menos Imposto de Renda na venda de ações

por Grupo Meta • 04/06/2020 • 14:03

Sim, existem algumas formas de reduzir até a ZERO o pagamento de Imposto de Renda nos lucros oriundos da venda de ações. Aqui, falarei especificamente das operações no mercado a vista de ações para pessoas físicas.

Resolvi escrever esse breve post, justamente por estarmos dentro do período de entrega da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF/2020).

Em meio a assessoria de alguns clientes/investidores, me deparei com oportunidades que não foram utilizadas por esses investidores em 2019 para reduzir ou até mesmo não pagar Imposto de Renda sobre o Lucro auferido na venda das ações.

Para ilustrar, vou usar como exemplo o caso do João, que pagou indevidamente quase R$ 4 mil de Imposto de Renda sobre as operações de venda das suas ações em 2019, simplesmente por não utilizar artifícios que a própria legislação concede na isenção do Imposto de Renda, para o montante de vendas inferiores a R$ 20 mil, acumuladas dentro do mês.

Além da parte legal, conforme acima, João sequer percebeu que poderia ter fracionado suas vendas em 2/3 meses, que poderia ter realizado o prejuízo de outro papel para compensar com o lucro e até mesmo, poderia ter feito venda e recompra, dentro dos limites legais, para aumentar o custo médio das Ações.

Claro, cada uma das possibilidades deve ser analisada com detalhes e atender os quesitos legais, mas João poderia ter usufruído de tudo, deixando de pagar quase R$ 4 mil de Imposto de Renda. O recurso ficaria no Bolso, para reinvestir em Ações.

Isso tudo é relativamente simples, porém requer controle, disciplina e, principalmente, estar bem assessorado. Quando falo “estar bem assessorado”, não é apenas pelo seu assessor de investimento, mas também por um contador. Seu contador deve ser especialista na Tributação de Investimento.

Com isso, te pergunto: quer economizar e ter a possibilidade de reinvestir seus resultados? Converse com a gente e conheça todas as suas possibilidades.

 

Mauricio Woehl Junior

Contador e Assessor de Investimentos

CRC SC-021302/0-0 e Certificado Ancord

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A MP nº 936/2020 foi publicada em 1º de abril de 2020, trazendo medidas para combate ao desemprego diante do atual cenário da pandemia.

Uma das principais medidas está relacionada com os acordos realizados com os empregados para a redução de jornada e salário, bem como a suspensão do contrato de trabalho.

Essa MP foi publicada com prazo de validade de 60 dias, ocorre que em 1º de junho houve a expiração deste prazo.

Com isso, o Congresso Nacional prorrogou a sua vigência por mais 60 dias.

Entretanto, importante destacar que esta prorrogação não autoriza as empresas a realizarem um novo acordo de suspensão do contrato de trabalho por mais 60 dias, caso a empresa já tenha optado por esta opção anteriormente.

Essa prorrogação da vigência dá a oportunidade das empresas que ainda não realizaram a suspensão do contrato ou a redução de jornada, de aderirem a essas medidas do Governo.

Agora, se a empresa já realizou a suspensão do contrato de trabalho por 60 dias, ela ainda poderá realizar um novo acordo para a redução da jornada e salário pelo prazo de 30 dias, pois não poderá haver acordos superiores a 90 dias.

 

Fonte: Jornal Contábil

A MP nº 936/2020 foi publicada em 1º de abril de 2020, trazendo medidas para combate ao desemprego diante do atual cenário da pandemia.

Uma das principais medidas está relacionada com os acordos realizados com os empregados para a redução de jornada e salário, bem como a suspensão do contrato de trabalho.

Essa MP foi publicada com prazo de validade de 60 dias, ocorre que em 1º de junho houve a expiração deste prazo.

Com isso, o Congresso Nacional prorrogou a sua vigência por mais 60 dias.

Entretanto, importante destacar que esta prorrogação não autoriza as empresas a realizarem um novo acordo de suspensão do contrato de trabalho por mais 60 dias, caso a empresa já tenha optado por esta opção anteriormente.

Essa prorrogação da vigência dá a oportunidade das empresas que ainda não realizaram a suspensão do contrato ou a redução de jornada, de aderirem a essas medidas do Governo.

Agora, se a empresa já realizou a suspensão do contrato de trabalho por 60 dias, ela ainda poderá realizar um novo acordo para a redução da jornada e salário pelo prazo de 30 dias, pois não poderá haver acordos superiores a 90 dias.

 

Fonte: Jornal Contábil