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5 dicas para elaborar a Política de Privacidade de Dados

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Nos últimos meses, empresas brasileiras foram obrigadas a fazer alterações em seus sites e aplicativos.

 

Essas alterações fazem parte da nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que obriga a adequação por meio de avisos de políticas de privacidade de dados. A aplicação dessa, serve para dar segurança aos usuários que o acessam.

 

Mas afinal, o que é uma política de privacidade de dados?

Se refere a um documento que descreve todas as práticas de tratamento de dados pessoais adotadas pela empresa.

A política é uma ótima possibilidade de a organização demonstrar transparência ao usuário, comprovando a segurança dos dados por meio do tratamento correto e do esclarecimento sobre sua finalidade.

Na década em que se introduz a cultura da proteção de dados, é necessário que as empresas reconheçam que a política de privacidade está intimamente ligada à transparência e credibilidade com o público, o que torna indispensável o compartilhamento das informações de uso dos dados com o usuário quando solicitar a sua autorização.

A política de privacidade de dados é também uma ferramenta estratégica para prevenção de litígios (disputa judicial).

O documento bem escrito e detalhado oferece alternativas para o titular aceitar ou não suas condições, evitando discussões futuras.

 

Agora que você já conhece a importância da política de privacidade de dados, encontre abaixo 5 dicas para elaborá-la da melhor forma:

 

1. Linguagem simples

O documento é bastante importante para as empresas, especialmente durante a lei de dados, que já se encontra em vigor.

De início, sua maior preocupação deve estar em conseguir transmitir informações aos titulares com clareza, de forma simples.

Esqueça o famoso “juridiquês” dos antigos termos e contratos. As cláusulas devem ser escritas de forma acessível aos usuários que não conhecem as leis.

Essa técnica é crucial até mesmo para a captação do usuário como cliente, já que o mesmo pode perder o interesse caso não entenda a linguagem, optando então pela concorrência.

Como um exemplo de Case de Sucesso no quesito simplicidade e clareza na política de privacidade, está o banco digital Nubank.

A marca que já é reconhecida por abolir as famosas letras miúdas e a maior parte da burocracia de suas operações, segue a mesma linha de simplificação na aplicação da política de privacidade.  

 

2. A política deve ser de fácil acesso

Não esconda esse documento, facilite para o usuário. Um exemplo é mantê-lo disponível em um local bem visível no seu site, para que não seja preciso perder muito tempo procurando.

Lembre-se que este documento não é uma burocracia, mas sim uma importante estratégia para evitar litígios (disputa judicial) envolvendo o tratamento de dados pessoais.

Não esqueça também que o fácil acesso é requisito essencial para utilização de ferramentas como o Google Ads.

 

3. Explique de forma objetiva como os dados serão utilizados

Ninguém gosta de ler documentos grandes demais.

Busque explicar de forma objetiva como será feito o tratamento dos dados coletados: se estas informações serão repassadas a terceiros para operar em seu nome e que tipo de informações você está coletando.

Demonstre leis que embasam a legalidade dos tratamentos que você realizará.

A prática apresentada de forma objetiva e clara transmite ao usuário a sensação de honestidade e transparência. Além disso, é requisito essencial previsto na Lei Geral de Proteção de Dados.

 

A prática deve ser adotada também por empresas estrangeiras que atuam no Brasil e utilizam os dados do país.

 

4. Atualize sua política de privacidade de dados

A elaboração da política de privacidade de dados não é uma situação isolada e única.

Já que as condições de privacidade podem sofrer alterações, o documento deve ser constantemente atualizado e disponibilizado em primeira mão, de forma que todos os usuários estejam devidamente informados das mudanças, quando essas vierem a acontecer.

Essa é uma técnica que oferece ainda mais transparência entre empresa e usuário.

 

5. Busque profissionais para auxiliar na elaboração do documento

O processo de criação e atualização da política de privacidade não necessariamente depende de um advogado.

Você pode buscar por profissionais que atuam na implementação de culturas de proteção de dados e de conformidade com a LGPD, como é o caso do DPO (Encarregado de Dados – Data Protection Officer).

O DPO é o profissional designado – na LGPD – para operar na ligação entre empresas, usuários e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

Além disso, é o responsável pela constante busca de conformidade com a LGPD, que auxiliará na elaboração de uma política de privacidade de dados adequada ao negócio.

Espero que essas dicas tenham sido úteis para você se adequar à LGDP, que já está em vigor aqui no Brasil. Fique bem informado com o Grupo Meta.

 

Leia também: Aplicação da LGPD no Whatsapp para empresas

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