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5 dicas para organizar a empresa e começar 2016 com o pé direito

por Grupo Meta • 17/12/2015 • 15:41

5 dicas para organizar a empresa e começar 2016 com o pé direitoO final do ano é um momento crucial para organizar as empresas, já que após 12 meses de trabalho é chegada a hora de observar resultados e planejar como será o próximo. Nesse sentido, é muito importante não deixar qualquer pendência para trás, evitando um começo do ano atribulado e cheio de imprevistos.

Neste momento, colocar o negócio em ordem é uma tarefa indispensável para o bom gestor, não acha? Confira 5 dicas para organizar a empresa e começar 2016 do jeito certo!

Faça uma análise do ano que passou

Para entrar no novo ano com o pé direito, é preciso fazer uma análise do ano que se passou e, por isso, é necessário realizar avaliações de resultados por setores para organizar a empresa, especialmente em relação ao planejamento estratégico desenvolvido para o ano. Esse tipo de análise é fundamental para que a companhia identifique o que foi feito corretamente e o que deixou a desejar. Somente assim será possível planejar e obter resultados melhores em 2016.

Tenha em mente as obrigações de final de ano

Final de ano quer dizer pagamento de 13° e, muitas vezes, participação nos lucros e férias. Normalmente, isso significa que a empresa experimenta um aumento nas despesas.

Por isso, é importante ter em mente as obrigações de final de ano para que nenhuma pendência fique para o ano que vem. Embora o planejamento deva ter ocorrido ao longo de todo o ano, é importante organizar a empresa a curto prazo, para amortecer todos esses custos, como fazer otimização de gastos, por exemplo.

Prepare-se para as obrigações fiscais

O final do ano-calendário indica a finalização do exercício da empresa e, por isso, é preciso se preparar para as obrigações fiscais e contábeis, como a submissão de documentos fiscais, encerramento das demonstrações contábeis, balanços e declaração de Imposto de Renda. É preciso se preparar desde já para esse tipo de obrigação, para garantir que tudo será entregue no prazo e de acordo com as normas vigentes.

Assim você permite que a companhia fique em situação regular e não sofra penalizações por atrasos, erros ou omissões. Além disso, em 2016 muitas empresas estarão obrigadas a implantar o Bloco K, que exigirá a escrituração digital do Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. Por isso, quanto mais organização, mais fácil será atender a essa nova obrigação.

Faça o planejamento estratégico para o próximo ano

O final do ano também é o momento preferido para organizar a empresa para o próximo. Após a análise inicial dos resultados atuais, a companhia deverá estabelecer novas metas, objetivos e estratégias que sejam adequadas.

Com isso, em 2016, a corporação terá um guia para seguir e mais chances de conseguir crescimento e melhores resultados. Inclusive, organizar a empresa deve ser feito de maneira integrada e levando em consideração os seus diferentes setores. Dessa forma, toda a organização se beneficiará de resultados melhores.

Considere investimentos em soluções de profissionalização

Profissionalizar o RH ou o setor de contabilidade de sua empresa, por exemplo, pode garantir resultados eficientes e custo mais atrativo. Ao profissionalizar o RH, a folha de pagamento é gerenciada de maneira mais fácil, assim como os processos seletivos são mais assertivos.

Já quanto à contabilidade, sua companhia tem a garantia de ter uma situação fiscal regular, além de garantir uma gestão eficiente de resultados e obrigações fiscais. Por isso, o final do ano é o momento  ideal para considerar a possibilidade de investir em soluções de profissionalização, como a terceirização e até mesmo a implantação de softwares de gestão para esses setores.

Ao organizar a empresa, você experimentará uma eficiência maior em 2016. Para organizar a companhia e começar o ano do jeito certo, é preciso, tanto olhar para o ano que se passou quanto avaliar resultados, e obrigações e melhorias para o ano que virá.


Considerar essas possibilidades de profissionalização de setores, garante que sua empresa se torne ainda mais forte e competitiva, concorda? Curta a nossa página no Facebook para não perder mais nenhum post nosso!

 

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A Receita Federal divulgou a Instrução Normativa nº 1.969, de 28 de julho de 2020, que trouxe regras sobre o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF), com vigência a partir de 1º de agosto de 2020. O documento traz novas disposições sobre o imposto e revoga diversas Instruções Normativas, em especial, a Instrução Normativa RFB nº 907/2009, que tratam deste assunto.

 

A Instrução Normativa RFB nº 1.969/2020 está assim, distribuída:

O IOF incide, no período compreendido entre a data da ocorrência do fato gerador e a data do vencimento de cada parcela de crédito alienado à empresa de factoring, no caso de mutuário. A Pessoa Jurídica optante pelo Simples Nacional, em que o valor seja igual ou inferior a R$ 30 mil, à alíquota de 0,00137% ao dia, acrescida da alíquota adicional de 0,38%, nos termos do § 15 do art. 7º do Decreto nº 6.306, de 2007. Entre 03/04 a 02/10/2020, as alíquotas ficaram reduzidas a zero.

 

Segue algumas definições:

 

IOF/Crédito

O IOF incidente sobre operações de crédito será calculado em função do prazo pelo qual o recurso permaneceu à disposição do tomador. No caso de operações de crédito pagas em prestações, a base de cálculo do IOF será apurada de acordo com o sistema de amortização pactuado entre as partes, desde que mencionado expressamente no respectivo contrato. E, nos casos em que o contrato for omisso, quanto a este último, a base de cálculo do IOF será apurada pelo regime de amortização progressiva.


Já para as operações de crédito em que os recursos são liberados em parcelas, para pagamento também parcelado, o IOF deverá ser calculado considerando-se que os valores de principal das primeiras prestações amortizam os valores de principal das primeiras liberações.


Referida IN dispõe, também, do Imposto Complementar tratado no Decreto nº 6.306/2007.


IOF/Factoring

O IOF incide, no período compreendido entre a data da ocorrência do fato gerador e a data do vencimento de cada parcela do direito creditório alienado à empresa de factoring, no caso de mutuário pessoa jurídica, à alíquota de 0,0041% ao dia, acrescida da alíquota adicional de 0,38%, dentre outros mutuários que especifica, ficando reduzidas a zero no período compreendido entre 03.04.2020 e 02.10.2020.

 

IOF/Mútuo

No caso das operações de crédito concedido por pessoas jurídicas não financeiras, o IOF incide somente sobre as operações de mútuo que têm por objeto recursos em dinheiro, disponibilizados sob qualquer forma.

 

IOF/Câmbio

Nas operações de câmbio realizadas para pagamento, a arrendadora domiciliada no exterior, de contraprestação devida em decorrência de contrato de arrendamento mercantil que tem por objeto bem importado, a parcela do valor da contraprestação que corresponder à amortização do preço original do bem é isenta do IOF, sendo que tal isenção não se aplica ao restante do valor da contraprestação paga, correspondente aos encargos, qualquer que seja sua natureza.

 

IOF/Seguro

As instituições financeiras encarregadas da cobrança do prêmio de seguro são responsáveis pela cobrança do IOF.

 

IOF/Títulos ou Valores Mobiliários

Para efeito de incidência do IOF, são considerados títulos ou valores mobiliários:

a) os valores mobiliários a que se refere a Lei nº 6.385/1976;

b) o certificado de depósito a prazo de reaplicação automática;

c) a operação compromissada com lastro em título de renda fixa;

d) o commercial paper; e

e) a export note.

Mencionado imposto:

(a) não incide sobre: depósito em caderneta de poupança e depósito judicial; transferência de dívidas; empréstimo de títulos ou valores mobiliários por entidades de compensação e liquidação de operações com valores mobiliários;

(b) incide nas operações cujo adquirente do título ou valor mobiliário seja: entidade fechada de previdência complementar; investidor estrangeiro, inclusive no caso de investimentos disciplinados por normas do Conselho Monetário Nacional (CMN);

(c) incide à alíquota de 0% caso se trate de operações de mercado de renda variável, inclusive swap e contratos de futuros agropecuários.

 

IOF/Derivativos

A Instrução Normativa reduz a 0% (zero) a alíquota do IOF incidente sobre as operações com derivativos a que se refere dispositivo mencionado da Lei nº 8.894/1994.

Acesse a integra da Instrução Normativa.

 

Fonte: Sebrae

 

A Receita Federal divulgou a Instrução Normativa nº 1.969, de 28 de julho de 2020, que trouxe regras sobre o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF), com vigência a partir de 1º de agosto de 2020. O documento traz novas disposições sobre o imposto e revoga diversas Instruções Normativas, em especial, a Instrução Normativa RFB nº 907/2009, que tratam deste assunto.

 

A Instrução Normativa RFB nº 1.969/2020 está assim, distribuída:

O IOF incide, no período compreendido entre a data da ocorrência do fato gerador e a data do vencimento de cada parcela de crédito alienado à empresa de factoring, no caso de mutuário. A Pessoa Jurídica optante pelo Simples Nacional, em que o valor seja igual ou inferior a R$ 30 mil, à alíquota de 0,00137% ao dia, acrescida da alíquota adicional de 0,38%, nos termos do § 15 do art. 7º do Decreto nº 6.306, de 2007. Entre 03/04 a 02/10/2020, as alíquotas ficaram reduzidas a zero.

 

Segue algumas definições:

 

IOF/Crédito

O IOF incidente sobre operações de crédito será calculado em função do prazo pelo qual o recurso permaneceu à disposição do tomador. No caso de operações de crédito pagas em prestações, a base de cálculo do IOF será apurada de acordo com o sistema de amortização pactuado entre as partes, desde que mencionado expressamente no respectivo contrato. E, nos casos em que o contrato for omisso, quanto a este último, a base de cálculo do IOF será apurada pelo regime de amortização progressiva.


Já para as operações de crédito em que os recursos são liberados em parcelas, para pagamento também parcelado, o IOF deverá ser calculado considerando-se que os valores de principal das primeiras prestações amortizam os valores de principal das primeiras liberações.


Referida IN dispõe, também, do Imposto Complementar tratado no Decreto nº 6.306/2007.


IOF/Factoring

O IOF incide, no período compreendido entre a data da ocorrência do fato gerador e a data do vencimento de cada parcela do direito creditório alienado à empresa de factoring, no caso de mutuário pessoa jurídica, à alíquota de 0,0041% ao dia, acrescida da alíquota adicional de 0,38%, dentre outros mutuários que especifica, ficando reduzidas a zero no período compreendido entre 03.04.2020 e 02.10.2020.

 

IOF/Mútuo

No caso das operações de crédito concedido por pessoas jurídicas não financeiras, o IOF incide somente sobre as operações de mútuo que têm por objeto recursos em dinheiro, disponibilizados sob qualquer forma.

 

IOF/Câmbio

Nas operações de câmbio realizadas para pagamento, a arrendadora domiciliada no exterior, de contraprestação devida em decorrência de contrato de arrendamento mercantil que tem por objeto bem importado, a parcela do valor da contraprestação que corresponder à amortização do preço original do bem é isenta do IOF, sendo que tal isenção não se aplica ao restante do valor da contraprestação paga, correspondente aos encargos, qualquer que seja sua natureza.

 

IOF/Seguro

As instituições financeiras encarregadas da cobrança do prêmio de seguro são responsáveis pela cobrança do IOF.

 

IOF/Títulos ou Valores Mobiliários

Para efeito de incidência do IOF, são considerados títulos ou valores mobiliários:

a) os valores mobiliários a que se refere a Lei nº 6.385/1976;

b) o certificado de depósito a prazo de reaplicação automática;

c) a operação compromissada com lastro em título de renda fixa;

d) o commercial paper; e

e) a export note.

Mencionado imposto:

(a) não incide sobre: depósito em caderneta de poupança e depósito judicial; transferência de dívidas; empréstimo de títulos ou valores mobiliários por entidades de compensação e liquidação de operações com valores mobiliários;

(b) incide nas operações cujo adquirente do título ou valor mobiliário seja: entidade fechada de previdência complementar; investidor estrangeiro, inclusive no caso de investimentos disciplinados por normas do Conselho Monetário Nacional (CMN);

(c) incide à alíquota de 0% caso se trate de operações de mercado de renda variável, inclusive swap e contratos de futuros agropecuários.

 

IOF/Derivativos

A Instrução Normativa reduz a 0% (zero) a alíquota do IOF incidente sobre as operações com derivativos a que se refere dispositivo mencionado da Lei nº 8.894/1994.

Acesse a integra da Instrução Normativa.

 

Fonte: Sebrae