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Recrutamento e seleção: práticas para as vagas mais estratégicas

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Recrutamento e seleção: práticas para as vagas mais estratégicasO setor de Recursos Humanos vem se tornando cada vez mais importante nas organizações, passando por diversas mudanças. Dentre as transformações que sofreu nos últimos tempos, podemos destacar a função estratégica que passou a ocupar no universo corporativo.

Com isso, os processos de Recrutamento e Seleção (R&S) tiveram que sofrer adaptações a fim de se tornarem compatíveis com esse perfil, utilizando instrumentos mais completos para dar conta de vagas mais estratégicas.

Sendo assim, o mercado vem se deparando cada vez mais com o abandono de técnicas e ferramentas tradicionais, as quais vêm sendo substituídas por novos recursos.

O fim do currículo tradicional

O escritor Borja Vilaseca sinaliza em um de seus artigos no jornal El país, chamado “A morte do curriculum vitae”, que o currículo, instrumento utilizado há bastante tempo em R&S, está com seus dias contados. Tal situação se acentua ainda mais em vagas sênior, nas quais muitas vezes ele se torna até dispensável.

Destaque para redes sociais que vêm sendo umas das principais fontes de captação de talentos, pois possuem uma capacidade de sintetizar perfis e facilitar na busca por determinados grupos.

Como causa, ele aponta no texto para a época atual que vivemos que consiste no fim da era industrial e o começo da era do conhecimento. Em suas palavras, isso significa que obrigatoriamente as regras do jogo profissional mudaram, tornando-se uma dinâmica de papéis com objetivos definidos e sem garantia de segurança.

O que ocorre é que a autonomia entra mais em cena, e a forma que se trabalha se aproxima menos de uma tutela e mais de uma parceria. A palavra colaboração se torna a protagonista do sucesso de empresas e colaboradores.

O colaborador que se identifica com o seu papel

Na hora de escolher o melhor candidato a ocupar a vaga em questão, é preciso avaliar seu grau de familiaridade com o papel que irá desempenhar. O trabalho quando faz sentido para a pessoa se torna fonte de satisfação, aumentando assim as chances de ser bem-sucedido.

Por isso, mais do que olhar as competências que o candidato relata possuir, é preciso identificar equivalências comportamentais, bem como potenciais explícitos ou latentes que irão encontrar espaço para serem desenvolvidos através da vaga oferecida.

Observar características relevantes

Diante do avanço tecnológico e da maior democratização do conhecimento que a internet trouxe, é preciso estar atento a características particularmente humanas que fazem toda a diferença no trabalho.

Atualmente, softwares podem fazer grande parte das tarefas nos setores, sendo mais assertivos em funções específicas e repetitivas. Tal fato aponta para duas questões a serem observadas:

  1. 1. Aptidão e/ou disposição para lidar com recursos tecnológicos;
  2. 2. Habilidades diferenciadas, que ultrapassem a função que “máquinas” podem desempenhar.

Nesse caso, o processo de recrutamento e seleção se tornou menos generalista e mais profundo. Ao mesmo tempo, não se trata de contratar pessoas que só desempenhem determinada função.

A questão é que todos os setores estão trabalhando de forma mais próxima, havendo muitas fronteiras entre áreas diferentes. Logo, é necessário haver uma flexibilidade intelectual e comportamental por parte dos colaboradores.

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