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Seguro de veículo cobre desastres naturais?

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O Brasil é um país extenso e com regiões de climas bem diversificados, porém, quase todas têm algo em comum: a ocorrência de desastres naturais.

 

Enchentes, vendavais, deslizamentos de terra, chuvas de granizo e entre outros fenômenos comuns ou raros, esses são alguns dos eventos decorrentes do clima brasileiro.

Os prejuízos que acompanham essas situações geralmente são significativos e acabam afetando a vida e a conta bancária de muitas famílias. Como consequência, uma das maiores preocupações geralmente está na situação do veículo. E assim surge a dúvida: o meu seguro de veículo cobre desastres naturais?

Felizmente a resposta é sim.

A seguradora poderá ser rapidamente acionada se o automóvel possuir o seguro total (cobertura compreensiva) no contrato.

Isso porque em muitos casos, o sinistro por desastre natural acaba levando à perda total do veículo.

Um exemplo é a queda de árvore em cima do automóvel, já que os danos podem ser grandes e incluem a possibilidade de danos corporais, caso os ocupantes estejam no carro.

 

Entenda algumas situações e saiba como agir:

 

E se o carro pegar uma chuva de granizo?

A chuva de granizo é muito comum em algumas regiões, portanto, acaba se tornando uma preocupação recorrente para o segurado.

A utilização da cobertura deve ser analisada conforme a gravidade da situação:

  • Danos parciais no veículo: pequenas danificações na lataria ou no vidro que geralmente não atingem o valor da franquia do seguro total, tornando dispensável o acionamento;
  • Maiores danos no para-brisa: esse geralmente é o mais atingido, principalmente quando o veículo está em movimento. Assim, no geral, vale a pena acionar a cobertura de vidros, já que ela possui uma franquia menor para a troca da peça.

 

Tá, e as enchentes?

Outro desastre natural que acontece com certa frequência são as enchentes.

Nessa situação, serão os cuidados e atitudes do motorista que dirão se haverá cobertura do seguro ou não.

  • Haverá cobertura do veículo: quando o carro estiver estacionado e a água o atingir. A orientação é chamar o guincho assim que a água abaixar, encaminhando o automóvel para avaliação em uma oficina;
  • Não haverá cobertura do veículo: quando o motorista tentar atravessar o local alagado com o automóvel, já que isso caracteriza agravo de risco. Aliás, não se engane, é facilmente possível identificar quando é esse o caso;
  • Cobertura para limpeza: Algumas seguradoras possibilitam a contratação dessa cobertura, já que é comum que enchentes não gerem problemas mecânicos e o carro necessite apenas da limpeza para voltar à estrada.

 

Nossa, mas e naquele ciclone?

Quando ocorreu o ciclone bomba que atingiu a região sul do Brasil no ano de 2020, muita gente foi pega de surpresa, assim também aconteceu com as seguradoras.

Só a HDI Seguros (com quem a Meta Seguros tem parceria) pagou mais de 35 milhões de reais em indenizações, compreendendo residências, empresas e automóveis.

Esse é um dos exemplos onde é possível visualizar a importância de contar com uma seguradora de grande porte para cuidar dos seus bens.

A capacidade financeira para atender todos os clientes em situações de catástrofes é um diferencial que deve ser levado em consideração na hora da compra, já que essa dirá quanto tempo em média o segurado terá de esperar pelo recebimento da sua indenização.

 

Desastres naturais acontecem o tempo todo, alguns mais e outros menos, alguns comuns e outros raros. A certeza é que vai acontecer.

Por vezes será impossível fugir dos problemas ocasionados, entretanto, a possibilidade de minimizar danos e garantir a segurança do patrimônio traz tranquilidade para o dia-a-dia do segurado, quando o seguro de veículo cobre desastres naturais.

 

Leia também: Como fugir de um seguro pirata?

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